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As modalidades do diagnóstico por imagem

Quando se fala em diagnóstico por imagem, costumeiramente nosso pensamento se associa apenas aos exames radiográficos. Na verdade, o leque é bem mais amplo e com uma tecnologia muito mais avançada.

Desde a descoberta experimental dos Raios-X pelo alemão Wilhelm Conrad Roentgen, em 1895, os métodos de diagnóstico por imagem evoluíram sensivelmente.

Pautado pelo surgimento de equipamentos digitais emissores de um menor fluxo de radiação, pelo desenvolvimento de sistemas de gestão e distribuição de imagens de forma integrada e por técnicas mais modernas de captura de quadros, o processo todo foi gradualmente se tornando mais prático e preciso.

Ampliando nosso pensamento, vamos distinguir as modalidades do Diagnóstico por Imagem, as quais incluem diversos métodos, como a Radiologia Convencional, a Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética, dentre outras, através das quais o profissional da radiologia pode atuar.

Para tanto, além do conhecimento da operação nos equipamentos, ele precisa buscar conhecimentos na manipulação de imagens pós processamento e também de Radiologia Digital. Se o assunto lhe interessou, conheça as principais modalidades do diagnóstico por imagem, visitando o http://radiologia.blog.br/diagnostico-por-imagem/diagnostico-por-imagem-conheca-as-7-principais-modalidades

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Tecnologia, benefício em prol da vida

Quando falamos de saúde, um diagnóstico preciso pode fazer toda a diferença. E quando o assunto são exames de diagnóstico por imagem, é evidente que a tecnologia influencia na qualidade das imagens e está diretamente ligada à confiabilidade dos resultados, que vão identificar de maneira precoce e precisa diferentes sintomas ou doenças, e permitir, portanto, tratamentos assertivos.

Hoje, não há como prescindir que a tecnologia seja de ponta, desde que ela esteja combinada à excelência profissional. Ou seja, um equipamento moderno exige conhecimento para operá-lo, a fim de que todos os recursos possam ser capitalizados em benefícios à saúde do paciente.

Por estes motivos, além de máquinas modernas, investir continuamente em capacitação profissional, cujo objetivo é otimizar atendimentos prestados aos pacientes, buscando atingir níveis máximos de excelência na área da saúde com o uso dos equipamentos, é primordial.

Esse processo contínuo incide no aprofundamento do conhecimento técnico, objetivando, sobretudo, otimizar a utilização dos equipamentos de diagnóstico por imagem. Desta forma, quando o médico solicita um exame, ele tem certeza de que a qualidade das imagens permitirá diagnósticos precisos.

Investir em novas tecnologias e em excelência profissional é fundamental, para quem, como nós, deseja proporcionar atendimento, segurança e resultados com precisão e qualidade. E mesmo quem é leigo no assunto sabe que com diagnósticos mais rápidos melhora-se o prognóstico das enfermidades, possibilitando ao médico ministrar o tratamento mais indicado, de maneira precoce e adequada a cada caso.

Esse diferencial melhora o bem-estar, aumenta as chances de cura, diminui o tempo de internação e muito mais. Tecnologia é sinônimo de inovação, qualidade e confiabilidade em prol da vida.

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Santa Casa de Votuporanga recebe 16 novos médicos residentes

 

A Santa Casa de Votuporanga acaba de contratar 16 novos médicos residentes, que foram aprovados no concurso de residência do Hospital, para compor a sua equipe. Em uma integração realizada na tarde da quarta-feira, dia 1 de março, no hospital, os novatos puderam conhecer a estrutura e o funcionamento do Complexo Santa Casa.

Os profissionais, que estão iniciando suas residências, se especializarão nas áreas de pediatria, clínica médica, cirurgia geral e radiologia. Portanto, a Imagem e Diagnóstico atuará diretamente na formação destes especialistas fazendo com que os médicos mantenham-se sempre atualizados. Afinal, para formar alguém é necessário conhecimento e competência.

O programa de especialização é uma parceria com o Ministério da Educação, ao qual a Imagem e Diagnóstico, junto à Santa Casa, participa para atender os médicos que acabaram de se formar. A clínica realiza a capacitação de residentes em diagnósticos por imagem.

O médico responsável pela COREME, Dr. Fabrício Pereira Andrade, explicou: “A residência médica é uma forma de pós-graduação, vinculada ao Ministério da Educação, que é procurada pelos médicos que desejam aprimorar sua formação e atuar como especialistas”.

Andrade ainda lembra que cada área requer um tempo de aprendizado para que o profissional possa se especializar. “Os programas de residência médica em pediatria, cirurgia geral e clínica médica são realizados em dois anos e o programa de radiologia e diagnóstico por imagem, tem duração de três anos”, informou.

Para deixar os novos médicos mais à vontade e acolhidos, as equipes das áreas de RH médico, Serviços de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), Enfermagem, SESMT, STI e COREME, participaram da reunião para dar as boas-vindas e orienta-los.

“Essa nova etapa na vida desses residentes é muito importante. Por isso, queremos que eles se sintam acolhidos pela Instituição e seguros para desenvolver as atividades. É uma alegria para nós a chegada desses novos médicos que vieram para se especializarem e aprenderem com o nosso corpo clínico”, disse o provedor da Santa Casa de Votuporanga, Luiz Fernando Góes Liévana.

 

Residência médica

O programa é credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica – CNRM/MEC e segue as normas estipuladas pelo Regimento Interno da Comissão de Residência Médica (COREME) da Instituição e Resoluções da Comissão Nacional de Residência Médica.

A COREME da Santa Casa possui médicos mentores, que de acordo com a sua área, acompanharão cada um desses novos profissionais. Entre eles, o médico responsável, Dr. Fabrício Pereira Andrade, os especialistas, Dr. Alexandre Massaki Norio, na radiologia, o Dr. Carlos Alberto Tellis com a Pediatria, Dr. Chaudes Ferreira Da Silva Junior, na clínica médica e Dr. Luis Augusto Antunes Glover, na Cirurgia Geral.

 Novos Médicos Residentes

 

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Densitometria Clínica – o jeito mais preciso de medir a massa magra, óssea e a gordura

De repente, parece que o peso do tempo começa a ficar mais acentuado e surge uma fraqueza associada a dores nos ossos e articulações, uma sucessão de fraturas e, quem diria, apesar da idade percebemos que a nossa altura está diminuindo e parece que estamos ficando corcundas, isso tem nome: osteoporose. A osteoporose é uma doença metabólica, sistêmica e que acomete todos os ossos.

Como acontece? Como qualquer outro tecido do nosso corpo, o osso é uma estrutura viva que precisa se manter saudável, e normalmente isso acontece mediante a remodelação do osso velho em um osso novo. Porém, a osteoporose ocorre quando o corpo deixa de formar material ósseo novo suficiente, ou quando muito material dos ossos antigos é reabsorvido pelo corpo – em alguns casos, podem ocorrer as duas coisas.

É mais ou menos assim: temos no corpo células responsáveis pela formação óssea e outras pela reabsorção óssea. O tecido ósseo vai envelhecendo com o passar do tempo, assim como todas as outras células do nosso corpo. O tecido ósseo velho é reabsorvido pelas células chamadas osteoclastos e o novo, criado pelas células reconstrutoras, os osteoblastos.

Esse processo de destruição das células é chamado de reabsorção óssea, que fica comprometido na osteoporose, pois o corpo passa a absorver mais osso do que produzir ou então, a não produzir o suficiente. Entenderam?

E o cenário não é nada alentador: a International Osteoporosis Foundation na América Latina aponta que a incidência da doença no Brasil deverá crescer cerca de 32% nestas próximas três décadas, devido ao aumento da expectativa de vida da população. E, como diriam os antigos, é melhor prevenir do que remediar, portanto, é preciso buscar um diagnóstico o mais breve possível. Assim, um exame preventivo é mais do que necessário.

Aí, entra em cena a densitometria clínica que, apesar do nome meio complicado, é um exame simples, rápido e o paciente não sente desconforto algum. O aparelho consegue detectar locais de redução da massa óssea com excelente precisão, fator imprescindível para que o médico possa planejar  o tratamento específico para cada caso.

A partir dos 45 anos, é importante medir a massa óssea por meio de exames de densitometria. Aconselha-se que todas as mulheres, a partir dos 65 anos, e homens com 70 anos ou mais, façam a densitometria clínica anualmente, independente dos fatores de risco. Além deles, as mulheres na pós-menopausa com menos que 65 anos de idade e homens entre 50 e 60 anos com fatores de risco também devem fazer o exame anualmente, bem como qualquer pessoa que sofreu fraturas e tem risco associado.

Vamos, previna-se, o exame de densitometria clínica é rápido e indolor e, se você é praticante de atividades físicas, ele é muito eficaz para auxiliar corretamente os seus exercícios, de modo que os treinos também possam ser pensados para prevenir ou tratar a osteoporose. Portanto, informe-se com seu médico e, enquanto isso, cuide melhor da sua alimentação, optando por uma dieta equilibrada e rica cálcio, encontrado em produtos lácteos, peixe, vegetais verdes, legumes e frutas.

Abandone os vícios, pratique uma atividade física e curta moderadamente este sol maravilhoso que nos brinda todos os dias, afinal, saúde é o que interessa!

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Período de entrega de resultados são reduzidos na Imagem e Diagnóstico de Votuporanga

Redução é possível por meio da Campanha de Tabela Diferenciada

 

Desde março a Imagem e Diagnósticos de Votuporanga trabalha com a Tabela Diferenciada, uma tabela criada para suprir a alta demanda de ultrassonografias e ressonâncias magnéticas.

A gerente administrativa da unidade de Votuporanga, Eliane Fiori, falou sobre a agilidade que a tabela permitiu na entrega dos resultados dos exames e os diversos benefícios aos pacientes. “O custo-benefício para o paciente é excelente. Com a organização da tabela os exames de ultrassografia e ressonância magnética ficam prontos mais rápido, agilizando o diagnóstico e o tratamento necessário e tornando eles mais acessíveis à população”, explicou.

A demanda de exames havia aumentado, afinal, eles são fundamentais para diagnosticar e tratar doenças específicas. “A tabela propôs uma nova organização nos horários de agendamento, assim a gente conseguiu distribuir melhor os diferentes tipos de exames realizados e entregá-los no prazo máximo de um dia” disse Eliane.

 

Os exames

A ressonância magnética analisa com detalhes a anatomia do corpo humano, ajuda no diagnóstico e no acompanhamento de doenças com precisão e é um importante guia para os cirurgiões. Já a ultrassonografia, é um método diagnóstico que utiliza o eco produzido pelo som para observar, em tempo real, reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo e construir as suas imagens. Os exames podem ser realizados na unidade da rua Minas Gerais, anexa à Santa Casa de Votuporanga.

SERVIÇO:

Rua Minas Gerais, 3051 – Anexa à Santa Casa de Votuporanga

Votuporanga-SP

Fone: 3426-5490/ 3405-9147

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